João Paulo definitivamente apartado de Ilário Marques.

João Paulo definitivamente apartado de Ilário Marques.

A cada semana que passa com o comando do executivo quixadaense em suas mãos, o prefeito interino João Paulo de Menezes Furtado surpreende mais seus ex-companheiros na política, amigos e até familiares.

As pessoas que confiaram nele o seu voto e que o levaram ao posto de vice-prefeito de Quixadá em 2016, numa eleição que marcou a retirada da Terra dos Monólitos de um período obscuro de sua história administrativa, sentem-se cada vez mais decepcionadas.

As decisões do gestor interino, que aparentam seguir à risca orientações de fora de Quixadá, são todas legítimas e próprias do poder de mandatário maior do município. Do ponto de vista político, porém, representam desastre completo para o próprio João Paulo.

O vice-prefeito, agora no poder, resolveu declarar guerra a Ilário Marques. Seus atos são evidência suficiente disto.

João Paulo demitiu todo o secretariado do seu companheiro de chapa, aproximou-se da oposição política – a boa parte da qual ele dedicava adjetivos e insultos dos piores possíveis -, colocou trabalhadores comuns sob suspeita e humilhação pública e, nesta segunda-feira (01), sinalizou que está disposto a desconsiderar os melhores interesses de mais de 12 mil crianças e adolescentes para manusear a máquina pública do modo que melhor lhe parecer e demitiu todos os diretores das escolas municipais.

João Paulo tem passado boa parte do seu tempo em Fortaleza e pouco é visto nos estabelecimentos de Quixadá, muitos dos quais frequentava assiduamente antes de assumir o poder.

Amigos surpreendidos conversam em rodas de bate papo acerca das atitudes tomadas por ele e se perguntam: quem é este João Paulo? O João Paulo de ontem tais amigos, em geral, dizem que achavam que conheciam. O atual, asseguram, todos estão vendo quem é. O de amanhã, garantem, nascerá das sementes plantadas hoje.

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