Brasil, também conhecida como Juliette.

A gente gosta de encontrar esperança, não é mesmo? E quando essa esperança chega até nós em dias de tribulação, angústia e desespero, a gente se agarra a ela e não a solta por nada. Pode doer, pode maltratar, pode nos dilacerar por dentro e por fora, mas a gente fica com a esperança! Como um cacto que encontra habilidades para sobreviver às intempéries.

A esperança nos leva à resistência e nos faz ir além do que jamais imaginamos ser possível. Nós, brasileiros, vivemos dias assim, dias de desespero. Já suportamos tanto sofrimento nos últimos meses que é até difícil respirar! Perdemos amigos, perdemos amores. Perdemos pedaços inteiros da nossa história e nossa vida, definitivamente, mudou. O Brasil chora, dia após dia, mês após mês, com essa tragédia cuja dimensão nem conseguimos mensurar direito ainda. A história cuidará de fazê-lo.

O Brasil – apenas parece – morreu e está enterrado no negacionismo genocida, no obscurantismo e na truculência. Como conseguimos suportar tanto enquanto povo, enquanto nação? Por que insistimos em ficar aqui, agarrados na nossa brasilidade, e em acreditar no nosso futuro juntos?

Resistimos porque temos esperança, porque temos Juliette!

Bendita a hora em que a esperança entra em rede nacional de televisão! Bendita a hora em que o Brasil pode ver em Juliette, como naqueles espelhinhos de moldura vermelha tão comuns no sertão nordestino profundo, aquilo que tem de melhor!

A sua simplicidade, a sua beleza, a sua consciência do valor da luta, a sua trajetória de vitórias e superações, o seu jeitinho de falar, o brilho que tem seus olhos e sorriso e a sua firmeza em defender com força aquilo em que acredita; suas explosões de alegria, seu canto e seu choro sentido, tudo isso nos faz lembrar que, sim, ela é o que nós somos! Juliette é o Brasil que todo o planeta ama. Juliette é a identidade nacional que tentaram nos fazer esquecer.

Nossa bichinha linda, de sangue arretado, paraibano, consegue ser ponte sobre as divisões regionais que nos fragilizam como nação soberana. Juliette é sim uma riqueza do Nordeste, mas sua energia e seu significado já abastecem o Brasil inteiro com esperança. Juliette é o Brasil vencedor que queremos. É o Brasil sorridente e pronto para viver. É o Brasil grande e sonhador. É a lembrança da nossa força. É a nossa campeã porque campeões é o que nascemos para ser. O Brasil, como Juliette, existe para brilhar e ser farol no mundo, e ela nos fez acreditar nisso outra vez. Juliette é esperança. E nós vamos ficar com ela.

Obrigado, Juliette!

OS EDITORES – #SomosTeamJuliette


Site desenvolvido por Agência Clig