Ilário Marques, prefeito de Quixadá.

O ressentimento é, em geral, descrito como “mágoa que se guarda de uma ofensa ou de um mal que se recebeu; rancor”. É o tipo de sentimento ruim que tem potencial para cegar a visão do seu hospedeiro, impedindo-o de enxergar o mundo como ele realmente é. Consequentemente, o ressentido tem enfraquecida sua capacidade de análise e de produção de ações positivas.

Não à toa, há quem diga que ressentir-se é como tomar veneno e esperar que o outro morra.

O resultado das urnas na eleição de 2016 parece ter criado um profundo ressentimento em alguns membros destacados do conjunto que não foi escolhido pelo povo para governar o município de Quixadá. Isto é fácil de verificar.

Diariamente, em toda oportunidade possível, busca-se fragilizar o governo eleito. A regra adotada pelos ressentidos é: jamais elogiar ou reconhecer o que há de bom e condenar, até por antecipação, qualquer ação que se planeje executar. Tudo o que a gestão do atual prefeito faz recebe execração pública desde a fase do planejamento até a sua conclusão. É possível que o prefeito já tenha entendido: não governará nem um dia sequer sem que o rancor dos rejeitados nas urnas não apareça!

Normal? Talvez. Pelo menos para os ressentidos.

Um exemplo claro é o que se fez mais recentemente para criticar a encomenda, feita pelo prefeito, de um estudo sobre a viabilização de investimentos que ajudem a desenvolver e adequar o Sistema de Abastecimento de Água e Esgoto Sanitário do município.

O estudo sequer foi feito e os ressentidos já questionam sua eficácia. Sugerem que não dará certo. Levantam suspeitas sobre os motivos de sua realização. Jogam no ar a ideia de que o serviço ficará mais caro para o contribuinte. Tudo isto, pasmem!, sem que o estudo tenha sido feito. Ora, não é o estudo exatamente para verificar tais questões, dentre outras?

Poderiam ao menos ser mais sérios na abordagem e dizer: “Enviamos tais perguntas para a prefeitura, mas não obtivemos respostas”, fosse este o caso. Mas não. Fazem tudo isto sem um único pedido de explicações à própria prefeitura, porque, para eles, o importante não é informar, não é esclarecer, mas atacar a gestão pública do seu rival, lançar sementes de dúvidas na cabeça das pessoas.

A verdade é que só pensam no voto. No voto de 2020. Porque ambicionam mandar na prefeitura com toda a força de suas almas. Para quê, não sabemos. O modelo de governo que apoiaram entre os anos de 2013 e 2016 se mostrou o mais catastrófico da história de Quixadá. Esta é a verdade. Uma verdade que os incomoda e que querem que esqueçam: não sabem fazer política e não sabem governar!

Contrariados pelas urnas, sem a confiança do povo, rendidos ao ressentimento e ansiosos para colocar as mãos no poder – e levar consigo a turma do histórico atraso – é quase como se dissessem: “Ilário, pare de governar!”


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