Há exatamente um ano, enquanto fazia uma refeição ao lado de amigos, o prefeito Ilário Marques anunciava: “voltei.”

Marques havia ficado de 15 de agosto a 23 de novembro de 2018 afastado das funções inerentes ao mandato que o povo lhe confiou em 2016.

Ilário Marques, durante evento em Tapuiará, distrito de Quixadá.

Durante os três meses de afastamento, o experiente político viu seu vice-prefeito, João Paulo, abandonar o projeto sem o qual ele não teria tido qualquer destaque na política local. João Paulo traiu Ilário, demitiu seus secretários e entregou-se à vontade da oposição. Todo o avanço que a cidade tinha visto na área fiscal e financeira, na zeladoria e limpeza, no setor de projetos e na recuperação do senso de institucionalidade da máquina pública, foi seriamente ameaçado.

Ocupado em perseguir Ilário e impedir seu retorno, o vice esqueceu de governar. O caos que tinha destruído Quixadá entre os anos de 2013 e 2016 deu novamente as caras.

Enquanto a mediocridade do governo interino forçava os quixadaenses a ver o atraso se impondo outro vez, os opositores de Ilário não perdiam um dia sequer sem divulgar a ideia de que o gestor não voltaria mais.

Embebedado pelo poder que lhe caiu no colo e pelo falso apoio que recebeu dos setores de mídia a serviço das ambições da oposição a Ilário, João Paulo desfigurou completamente a administração.

Com apoio de opositores de Ilário Marques, João Paulo fez um governo interino medíocre e desastroso.

Mas o dia 23 de novembro veio e, com ele, a decisão judicial que devolveu a normalidade democrática e o respeito à soberania do voto popular na Terra dos Monólitos.

O vice, que hoje poderia ser o candidato natural a continuar na chapa com Ilário em 2020, apequenou-se. Afastado do convívio com aqueles a quem abandonou na hora da dificuldade, vive de gravar vídeos nas obras articuladas por Ilario e Osmar Baquit e atribuir a si mesmo os méritos que não tem.

E o que dizer da administração?

Experiente, Ilário conseguiu realinhar em tempo recorde a gestão. Embora ainda existam sérias dificuldades a serem superadas, como é de praxe nas prefeituras de todo o país, hoje Quixadá passa por um momento muito bom.

Da crise, a parceria entre Ilário e Osmar saiu fortalecida. Atuantes, os dois abriram para Quixadá, como talvez nunca antes tenha acontecido, as portas do governo do estado.

Obras milionárias em seu conjunto, como as rodovias para a Serra do Estêvão e Custódio, o Ciopaer, o quartel do corpo de bombeiros e a revitalização do centro estão executadas ou em execução. E mais está para acontecer.

O clima de positividade contagia até alguns opositores de Ilário, que agora veem oportunidades para acreditar e investir na cidade. O discurso negativo pertence aos derrotados na disputa democrática. É a eles que interessa falar mal da cidade. São incapazes de oferecer sugestões sérias e positivas e se limitam ao insulto e à molecagem. Como abutres, vivem à espreita, torcendo contra a cidade e esperando uma chance para se alimentar. Incapazes de construir sua própria ascensão, contam com a queda dos outros. Talvez não reconheçam, mas estão sendo superados e firmando, pelo comportamento irresponsável, um horizonte de nova derrota.

Ao que tudo indica, 2020 tem tudo para ser um ano transformador para Quixadá.

O município, pelo visto, pretende continuar investindo na responsabilidade fiscal e no equilíbrio financeiro. Com isso, abre-se a possibilidade de novas parcerias com outras entidades da federação. Com as duas maiores forças políticas unidas, e ainda mais unidas após a crise de 2018, o município volta a sonhar com novas conquistas.

O afastamento de Ilário Marques serviu, ao menos, para afastar peças trincadas da gestão, gente que nunca mereceu a confiança recebida.

Um ano após sua volta, Ilário solidifica a atividade para a qual foi escolhido pelo povo: ele governa. Tem ao seu lado amigos que permaneceram leais. Recebe fundamental apoio de seus familiares e se alimenta do carinho das pessoas, que o recebem com renovada alegria e gestos de proximidade.

Na verdade, Ilário irrita seus opositores porque tem com o povo uma relação que não foi construída em cima de consultas médicas oferecidas em troca de apoio eleitoral, mas ao longo de três mandatos completos nos quais, em uns mais que outros, mostrou que sabe conduzir crises, gerar união popular e inspirar a vontade de ver o município crescer. Não precisa sequer apoiá-lo para reconhecer isso. Basta não se deixar infectar pelo ódio e pela ambição daqueles criados em berço de ouro.

Que os próximos meses confirmem toda a boa expectativa e que Quixadá não sofra com novos retrocessos.

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