Ilário Marques, prefeito de Quixadá.

Um dos discursos da oposição ao governo de Quixadá é de que as inúmeras intervenções que estão sendo feitas em 2019 não valem porque no próximo ano será ano eleitoral. O argumento é ridículo.

Primeiro porque, nem que quisesse muito, a atual administração não conseguiria fazer mais do que fez em sua primeira metade. E sabe por qual motivo? Porque precisava, antes de qualquer coisa, corrigir a bagunça que deixaram, e isso demandou tempo para ser feito.

É preciso ter consciência de que a panelinha que se apoia na pré-candidatura do médico Ricardo Silveira para voltar ao comando da prefeitura, destruiu as políticas públicas de Quixadá, desarticulou a máquina administrativa, tornou-a incapaz de pagar salários em dia, fez com que as finanças fossem sequestradas pela justiça, produziu um rombo de mais de R$ 40 milhões em dívidas e fechou todos os canais de captação de recursos por ter violado seguidamente a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Isto não é suposição sem sentido, é história registrada. Não sabem governar e ponto final.

Quer gostem disso, quer não, Ilário Marques fez, por outro lado, o que qualquer gestor experiente faria, concentrando seu foco primeiro na recuperação interna da máquina pública, para só depois começar a realizar intervenções mais estruturais. E fez isto apesar de uma oposição raivosa, barulhenta, comprometida com o atraso e louca para pilhar mais uma vez o município.

É inacreditável que quem não consegue conduzir com êxito seus próprios negócios queira dar aula de gestão pública, mas é só o que tem por aí.

Mantida a normalidade administrativa, finalizadas as obras em andamento e iniciadas as que estão com projetos concluídos e aprovados, 2020 vai terminar com Quixadá de cara e corpo renovados, pronto para ainda mais desenvolvimento. Quem torce por Quixadá e não se deixa envolver por emocionalismos de campanha, espera que seja assim. Quando a prefeitura funciona, só quem ganha é a população.

E que chore o tipo de oposição que nada constrói, afinal, gol no segundo tempo também vale.

EDITORIAL


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