Pedro Baquit (de camisa azul), ao lado de lideranças petistas no Sertão Central.

Nesta semana, mídias ligadas ao MDB em Quixadá, partido do presidente Michel Temer, criticaram fortemente atitudes do secretário municipal Pedro Baquit – que tem defendido a pré-candidatura de Lula à presidência.

Ocorre que o tio de Pedro Baquit, o Deputado Osmar Baquit, é filiado ao PDT, que tem como candidato à presidência Ciro Gomes.

Usando a postura de Pedro Baquit, tais mídias disseram que “os políticos atuais não lutam por o ideal coletivo, mas sim por seus interesses pessoais”.

Perdoando a péssima construção gramatical do texto, podemos entrar no campo da lógica elementar e perguntar: Pedro Baquit não pode falar sobre Lula, mas Eunício Oliveira (do MDB, que tem Henrique Meirelles como pré-candidato), pode? 

No Nordeste, onde Eunício chega ele usa o nome do Lula como palanque para si. Quem não lembra que, na inauguração do Minha Casa Minha Vida em Quixadá, Eunício praticamente endeusou Lula na frente do povo?

No Nordeste, Eunício não sabe nem quem é Henrique Meirelles. Na boca dele só dá Lula. Mas disto as mídias do MDB em Quixadá nada falam, porque acham que, vinda de Eunício, tal postura é normal. Será porque, como no caso dos maus políticos, eles esquecem os interesses coletivos e lutam apenas por seus próprios interesses pessoais? Afinal, a vaguinha na Funasa cearense é do senador emedebista e ele põe lá quem ele quer.

É demagogia que define isto, é?

EDITORIAL

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