Ilário Marques, durante evento em sua casa de acolhimento a professores.

É uma coisa impossível para as mídias a serviço das ambições do médico Ricardo Silveira admitirem a mera possibilidade de que o prefeito Ilário Marques seja inocente das acusações feitas contra ele por um empresário que não teve seus interesses atendidos.

O ódio e o rancor cultivados contra o nome do petista quixadaense por parte da família derrotada nas eleições de 2016 se deixa transparecer a cada “matéria” que produzem sobre Ilário ou sobre seus apoiadores, correligionários ou colegas de trabalho. Tentam desumanizar Ilário e o apresentam como um monstro sem sentimentos. Não respeitam a família dele, nem seus amigos, numa sede de poder que não enxerga limites éticos e morais. Foi assim nesta quarta-feira, 13, quando criticaram abertamente o retorno da secretário Patrícia Martins ao cargo de chefe de gabinete do paço municipal.

Patrícia foi afastada do cargo na mesma data que Ilário Marques, em 16 de agosto do ano passado. O prazo do afastamento foi de seis meses. O prazo acabou. Não houve pedido de prorrogação do afastamento da gestora. O próprio Ilário, principal figura na investigação, já retornou ao cargo que lhe foi dado pela maioria do eleitores quixadaenses.

Havia motivo para Ilário Marques manter Patrícia Martins afastada do cargo? Porque o faria, a menos que o próprio Ilário se declarasse culpado daquilo de que é acusado? Mas é o contrário o que acontece. Tanto Patrícia quanto Ilário Marques se afirmam inocentes e neste caso, o natural e até esperado era que, findo o prazo do seu afastamento, ela fosse reconduzida ao posto que ocupava antes.

Mas os diretores da inoperante rádio Monólitos querem que Ilário se comporte como culpado, mesmo que ele se declare inocente. É um tipo de raciocínio só justificado pelo ódio pessoal que sentem contra prefeito e contra seus amigos. Ousam até tentar manipular os ânimos do Ministério Público, colocando o retorno de Patrícia Martins como uma ofensa e insulto à instituição. Isto não existe. Insulto é achar que podem manipular promotores de justiça com seus joguinhos de mídia numa corrida alucinada pelo poder em Quixadá.

Patrícia Martins retornou ao cargo porque se afirma inocente, porque Ilário acredita nisto e porque é dele a decisão de dar à sua companheira de trabalho o mesmo tipo de confiança que desejaria receber de amigos e amigas. Ilário é humano, não um robô movido a táticas jurídicas e eleitorais. Seria errado ele manter Patrícia afastada quando ele próprio obteve decisão favorável da justiça para voltar ao cargo.

Assumir uma postura de medo, de cautela e até de fuga dos olhos do Ministério Público, como se tivesse o que esconder dos promotores, é que seria estranho.

Mas isto não entra na cabeça de quem é não apenas acusado ou investigado, mas condenado à cadeia por crime contra a vida de uma mulher trabalhadora e sua filhinha inocente. Ainda que não tenha cumprido sequer um dia de pena atrás das grades. Quem deveria assumir postura de culpado e pedir desculpas pelo que fez, principalmente à família que vitimou para sempre, é quem realmente tem a consciência manchada. É preciso uma dose muito grande de insensatez para jogar pedras no telhado dos outros quando o seu próprio é todo de vidro.

Ítalo Beethoven, publicitário. 


Site desenvolvido por Agência Clig