De olho em 2020, banda barulhenta da oposição a Ilário Marques fala mal até da chuva

A banda mais barulhenta da oposição ao atual prefeito de Quixadá, Ilário Marques, está de olho em 2020. Utilizando-se de mídias sociais e de parte da imprensa radiofônica do município para tentar desgastar a imagem do seu principal antagonista político, atira para todos os lados. Falam mal até da chuva, que é uma bênção para o homem do campo. São no fundo uns incompetentes de marca maior, incapazes de cuidarem bem dos seus próprios negócios, especialistas em zoada.

Nesta semana, saíram visitando a zona rural a procura de pontos de alagamento nas estradas que pudessem filmar e transmitir como símbolo de descaso por parte do poder público. Claro que encontraram. É inverno, choveu em Quixadá, e desde que há estradas pelos sertões, alguns pontos ficam mesmo alagados neste período. Sempre foi assim e sempre será assim, não importa quem ganhe as eleições: quando chove, aparecem pontos de lama nas estradas.

Este tipo de ataque não seria tão ridículo se mesmo criticando, oferecessem pelo menos alguma contribuição em forma de sugestão para as questões importantes do município. Mas não oferecem, porque não tem para oferecer. Já provaram que não sabem governar, destruíram Quixadá, suas estradas, suas finanças, sua estabilidade fiscal e até o sentido de institucionalidade. Quando o estado realizou recentemente o encontro Ceará 2050 na UFC, campus de Quixadá, para discutir questões estratégicas relevantes para a nossa região, não apareceu um único desses barulhentos lá. Não sabem sugerir, nem debater. E quando debatem é para passar vergonha.

As pessoas sabem: bastou esta turma composta por despreparados ambiciosos encostar o dedo na prefeitura durante três meses do ano passado, ao lado do vice-prefeito João Paulo, para lançarem o município de volta ao caos. Nem limpeza das ruas conseguiram fazer naquele período de 97 dias. Todos se lembram. Verdade seja dita: se hoje Quixadá está encontrando seu equilíbrio, corrigindo o desastre dos anos 2013-2016 (o que ainda demandará alguns anos pela frente), e se preparando para empreendimentos importantes, é porque na última eleição esta turma não conseguiu voltar ao poder.


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