A culpa pela interrupção temporária da banda de música de Quixadá é dos vereadores.

A banda de música de Quixadá não acabou e nem vai acabar, como desinforma setores de mídia ligados ao médico Ricardo Silveira.

Várias pessoas tem sido levadas a concluir, com base em informações falsas que lhes são transmitidas por meio de blogs e rádios, que a prefeitura municipal decretou o fim da banda Mestre Nabor Crebilon de Sousa. A verdade é o exato oposto.

Qual a verdade sobre a situação da banda?

Até pouco tempo, a prefeitura de Quixadá mantinha de forma irregular os integrantes da banda de música. Eles recebiam repasses financeiros para bolsistas, mas estavam enquadrados como estagiários. A manutenção desta situação violava a legislação, pois obrigava o município a atuar fora do que está legalmente determinado para estagiários, quanto à destinação dos recursos.

Para resolver de vez a situação, a prefeitura propôs à câmara municipal a simples alteração na nomenclatura, mantendo os valores financeiros previstos para bolsistas. Eles simplesmente deixariam de ser estagiários para serem bolsistas, e assim a irregularidade jurídica seria sanada, sem prejuízo para nenhuma das partes, pois isto permitiria a continuidade sem empecilhos jurídicos para o financiamento das atividades.

Vereadores impediram a regularização

Alguns vereadores de Quixadá, porém, não aprovaram a mudança. É sabido de todos que a bancada de oposição ao governo municipal está decidida a criar todo obstáculo possível para a normalização das dificuldades criadas quando seus integrantes eram governo. Querem que a prefeitura continue realizando transferência irregular de recursos públicos para, quem sabe, realizarem denúncias posteriores. Um verdadeiro desserviço contra a população e contra a própria banda de música.

Vale ressaltar que nenhum gestor público tem liberdade para executar pagamentos da forma como desejar, mas somente de acordo com o que determina a lei, sob pena de sofrer reveses jurídicos graves, que é obviamente o que deseja a bancada de oposição na câmara municipal.

A grande verdade

A grande verdade é que a banda só teve seus pagamentos regularizados durante a atual administração. Houve também aquisição de fardamento novo e a abertura de projetos para aquisição de novos instrumentos. Além do mais, recursos financeiros próprios do município foram destinados para a reforma completa do prédio da banda de música, que está interditado para esta finalidade e que nunca passou sequer por manutenção nos últimos dois governos na Terra dos Monólitos.

Nesta segunda-feira, 21, a prefeitura chegou a anunciar até mesmo a intenção de realizar concurso para o ingresso de novos integrantes e ampliação da banda e do seu quadro de servidores. A banda vai voltar, regularizada, em melhores condições e pronta para continuar realizando sua atividade essencial.

Ambições políticas e desinformação

Com a aproximação da campanha eleitoral, as mídias a serviço das ambições políticas de famílias tradicionais, ligadas a antiga gestão João da Sapataria e ao médico bolsonarista Ricardo Silveira, parecem fazer todo esforço possível para desinformar e criar revolta. É assim com respeito à situação da banda de música. Ao que tudo indica, a  divulgação de informações deturpadas não vai parar.

Nota da prefeitura de Quixadá


 

 

 

 

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