Nota técnica com os dados pode ser conferida no site do IPECEO primeiro ano de mandato do prefeito Ilário Marques foi de planejamento, organização e muito trabalho para colocar a cidade nos trilhos.

Diferente de seus antecessores, Ilário enxugou a máquina público e contratos, cancelou diversos alugueis de imóveis feitos sem nenhuma necessidade e fez um trabalho ostensivo de funcionamento dos serviços públicos municipais que estavam abandonados.

O IPECE – Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará, no lançamento do Anuário do Ceará, apresentou dados sobre do ICMG – Índice Comparativo de Gestão Municipal dos Municípios Cearenses – 2017.

Quixadá, mesmo estando em 126º no ranking, avançou significativamente se comparado com anos antes de 2017, inclusive se destacando positivamente em uma das cinco dimensões analisadas.

PLANEJAMENTO

No planejamento, dimensão que avalia a aplicação correta e responsável dos recursos públicos, assegurando que o gasto público seja realizado dentro dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e de acordo com a legislação vigente, Quixadá supera 182 municípios cearenses sendo o segundo com melhor posição obtendo nota 0,9991, abaixo apenas de Tamboril que obteve nota máxima 1,000.

TRANSPARÊNCIA

No que diz respeito a transparência, em 2016, o governo do ex-prefeito, João da Sapataria, tinha nota, segundo o TCE, que é a fonte de pesquisa do IPECE, nesta dimensão, de 3,3, considerada transparência quase zero. Em 2017 a terra dos monólitos salta para 8,25, pontuando bem em quase todos os critérios e mudando a realidade de publicidade e transparência exigidas por lei.

A comparação pode ser verificada no link abaixo:

http://www.tcm.ce.gov.br/tce-municipios/?page_id=194

GESTÃO FISCAL

Na dimensão gestão fiscal, que tem como objetivo avaliar o potencial de arrecadação dos municípios e se há ou não capital disponível para liquidação das obrigações, segundo o IPECE, os dados para o resultado da análise são do ano de 2016, pois são os últimos dados disponíveis ao nível municipal pelo IBGE. Considerando essa afirmação, mais uma vez é possível constatar que o resultado negativo de 0,0645, é uma herança da gestão anterior, seus aliados e sua forma de gerir mal a coisa pública.

RESULTADO E EFICIÊNCIA

As duas outras dimensões, que ainda apresentaram número baixos em 2017, comparados a 2016, são muito melhores e tendem a superar as expectativas em 2018, mesmo com o período crítico em que o vice-prefeito, João Paulo, assumiu a prefeitura.

Mesmo em uma tentativa de apresentar os números de uma forma equivocada ou sem nenhum tipo de análise qualificada, alguns meios de comunicação de Quixadá pecam por tentar criar uma imagem negativa da Terra dos Monólitos, sendo exigido de todos neste momento o esforço, trabalho e carinho no resgate desse lugar tão querido, tão especial e que vem avançando em importantes índices de avaliação.”

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