Prossegue impasse com insumos e dez leitos de UTI em Quixadá continuam inativados.

Os dez leitos de UTI instalados pelo Governo do Ceará no Hospital Maternidade Jesus Maria e José, em Quixadá, continuam inativos. Assim como a maternidade, a prefeitura também tem dificuldade para colocar os equipamentos para funcionar.

Os leitos foram colocados sob a gerência da prefeitura depois que o prefeito Ricardo Silveira deu prazo de 72 horas para que eles fossem disponibilizados à população. O prazo começou a contar no sábado, 20. Porém, mais de uma semana depois, ainda continuam sem funcionar.

Embora a prefeitura tenha sido demasiadamente exigente com a maternidade – e agora veja por si mesma como é difícil fazer o que exigiu do ente filantrópico, o verdadeiro culpado pela não abertura dos leitos é o governo federal, que deixou o país desabastecido de insumos básicos para o funcionamento de UTIs.

Em sua notificação à maternidade, datada do dia 20 de março, a prefeitura explicou que outros municípios, como Tauá e Canindé, conseguiram colocar os leitos para funcionar, apesar do contexto de escassez dos insumos. Não está claro, porém, como a mesma coisa pode acontecer em Quixadá.

Felizmente, graças às medidas sanitárias adotadas pelo Estado, principalmente o lockdown, a pandemia tem mostrado estabilizações importantes e até apresentado recuos pontuais na pressão sobre o sistema de saúde. A situação, no entanto, ainda é crítica.


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