Prefeitura de Quixadá retoma apreensão de animais soltos nas ruas.

A presença de animais de criação nas ruas de Quixadá, no Sertão Central, não é uma novidade. Em suas últimas administrações, o atual prefeito, Ilário Marques, tinha criado políticas para impedir isso. Mas as gestões que o sucederam entre os anos de de 2009 e 2016 destruíram toda a estrutura construída com esta finalidade. O resultado foi que bichos como equinos, bovinos, suínos, caprinos e outros voltaram a frequentar as vias públicas.

Agora, a prefeitura retoma a prática de apreender animais soltos nas ruas da cidade. Apreendidos, eles são inspecionados por veterinários, mantidos em cativeiros construídos para atender a demanda e ficam à disposição dos proprietários por até cinco dias, no caso dos animais de grande porte. Os donos precisam apresentar condições de mantê-los fora do ambiente de circulação das pessoas para recuperá-los, e também pagam multa.

Os animais que não forem reclamados por seus donos no prazo legal serão doados a instituições de ensino e pesquisa ou a entidades filantrópicas devidamente cadastrados junto à prefeitura. Aqueles que forem portadores de doenças serão sacrificados em condições apropriadas, com acompanhamento de profissionais veterinários. 

Toda a política de apreensão é regida pela Lei 1.905, do Código de Obras e Posturas do Município. 

As apreensões acontecem com a cooperação de várias secretarias do município, tais como Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, Agricultura, Cidadania e Serviços Públicos e Agência de Fiscalização. A retomada da prática foi uma determinação do prefeito Ilário Marques, em atenção ao interesse da coletividade. É que além do incômodo, os animais soltos indevidamente provocam sujeira, podem transmitir doenças e até ocasionar acidentes. 


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