Apenas 3 servidores fiscalizam área federal equivalente a 35 mil campos de futebol em Quixadá

O esvaziamento no quadro de funcionários do Departamento de Obras Contra as Secas (Dnocs) coloca em risco áreas ambientais que estão sob responsabilidade da Instituição federal mais antiga com atuação no Nordeste.

Em Quixadá, principal cidade do Sertão Central, dois atrativos turísticos apresentam iminente risco de degradação.

As trilhas da Galinha Choca e da Cabeça do ET carecem de cuidado e fiscalização. A constatação foi feita por um funcionário do próprio Dnocs, órgão criado há 110 anos.

“São apenas três homens para realizar a fiscalização de 224 km², o equivalente a 35 mil campos de futebol. Até pouco tempo a gente contava com 14 servidores. A aposentadoria foi praticamente coletiva. Hoje, temos o auxílio de apenas 12 vigilantes, mas foram contratados apenas para resguardar os prédios do açude”, lamenta o administrador do escritório local do órgão, Almir Benício.

Do Diário do Nordeste


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