Camilo Santana, governador do Ceará.

O governador Camilo Santana anunciou, na noite desta sexta-feira, 24, que os municípios do Sertão Central foram liberados para avançar para a fase 2 do Plano de Retomada Responsável das Atividades Econômicas e Comportamentais do Governo do Ceará.

Isto significa que restaurantes, igrejas e outros tipos de celebrações religiosas, além de agências de publicidade e marketing devem reabrir as portas – mas ainda com restrições quanto ao fluxo de clientes e funcionários.

Nessa fase, conforme o cronograma do governo, também fica liberado o aluguel de equipamentos de esporte, cultura e lazer. A etapa também trata dos serviços de assistência social sem alojamento e da liberação de indústrias e serviços de apoio relacionados à contabilidade, direito e serviços de apoio administrativo.

Além disso, cadeias cuja liberação foi iniciada na fase de transição e na fase um do plano passam a ter funcionamento pleno, com 100% do quadro de pessoal, a exemplo da indústria química e correlatos, artigos de couro e calçados e a cadeia da construção.

Um dos setores que concentra grandes expectativas para a reabertura é o de restaurantes. De acordo com os protocolos setoriais do Governo do Ceará, fica vedada a realização de eventos e celebrações nesses locais, que também não poderão ter música ao vivo. Também no atendimento presencial, a operação deve ser limitada a 50% da capacidade do estabelecimento.

Cada mesa deve comportar duas pessoas (no máximo quatro, caso sejam todas da mesma família).

Fica permitido o serviço a la carte com atendimento à mesa. Os restaurantes que operam no modelo self service deverão ser adaptados: o cliente apontará a comida e um funcionário paramentado fará o prato ou ainda o cliente passará por uma higienização e receberá luvas antes de fazer o próprio prato, conforme modelo estabelecido pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Ceará (Abrasel-CE).

O que volta na fase 2 com 40% do trabalho presencial*

*exceto atividades religiosas, que retornam com 20%.

Agências de publicidade, marketing, edição e design;

Indústrias e serviços de apoio: organizações associativas, contabilidade, direito e serviços de apoio administrativo;

Consultoria em Tecnologia da Informação e Comunicação, software house e assistência técnica;

Assistência social: defesa de direitos sociais e serviços de assistência social sem alojamento;

Restaurantes;

Atividades religiosas com 20% da capacidade;

Aluguéis de equipamentos de esporte, cultura e lazer;

Cada município, agora, deve avaliar sua própria situação epidemiológica e determinar medidas complementares.


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