(Foto: via WhatsApp)

A Coordenadoria de Inteligência (Coln), da Secretaria da Segurança e Defesa Social (SSPDS), e a Polícia Federal possuíam informações sobre a presença do grupo criminoso que planejava roubar um carro-forte.

A partir da informação, os agentes de segurança já estavam a postos na região do Vale do Jaguaribe.

Na ação, seis assaltantes foram surpreendidos pelos policiais e morreram no confronto.

Ao identificar a quadrilha, os policiais iniciaram troca de tiros. Os criminosos estavam com cinco fuzis, calibres 762 e 556, uma espingarda calibre 12, munições de diversos calibres, explosivos, coletes balísticos e outros artefatos.

Seis homens foram baleados e encaminhados ao hospital. Todos morreram. Um dos integrantes da quadrilha, que estava em um dos veículos dando apoio à ação, conseguiu fugir.

A ação na última sexta-feira, 23, é similar a de abril de 2017, em Jaguaruana. A Inteligência descobriu que uma quadrilha preparava-se para atacar duas agências bancárias da Cidade e antecipou-se. Com vasto poder de fogo, o grupo criminoso trocou tiros com os PMs do Cotar e seis foram mortos.

O “novo cangaço” como são conhecidos os grupos que atuam em ataques a instituição financeiras atuam com fuzis e utilizam coletes balísticos. Ainda nas ações, os destacamentos policiais são atacados e veículos são incendiados. O uso de explosivos também é registrado nesse tipo de ação.

Ainda na operação da sexta, o Grupo de Ações Táticas (Gate), que possui um esquadrão antibombas, também integrou as ações. Na ação de 2017 em Jaguaruana, a Perícia Forense iniciava trabalho de papiloscopia que visava criar banco de dados dos integrantes do Novo Cangaço que atua no Ceará.


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