Dr. Cabeto, secretário de saúde do Ceará.

O titular da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa), Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho, o doutor Cabeto, afirmou nesta sexta-feira, 18, que a curva de crescimento de novos casos de Covid-19 no Estado diminuiu nas duas últimas semanas. Ele também comentou sobre a liberação da vacina contra a doença e citou esforços para evitar aglomerações em coletivos.

As declarações ocorreram durante o evento que concedeu o Selo Lazer Seguro ao Hotel Sonata de Iracema. O estabelecimento é o primeiro a receber a certificação, que tem como objetivo reconhecer o cumprimento de medidas de prevenção à Covid-19.

“Temos duas semanas onde a curva de crescimento de casos reduziu. Na Regional II, onde isso era maior, reduziu bastante e também no Interior no Estado. A gente já começa a ver onde tinha mais casos, como no Litoral Leste/Jaguaribe, já começa a estabilizar, e isso é muito bom”, afirmou.

Cabeto ainda garantiu que, além da vacina da Fiocruz, — feita em parceria com o laboratório Astrazeneca e a Universidade de Oxford — que o Ceará deve receber no próximo ano, também é possível que outros imunizantes cheguem ao Estado.

“Os governadores e secretários pressionaram bastante o Governo [Federal] para que essa adesão fosse mais rápida. As vacinas da Astrazeneca/Fiocruz, Pfizer e Coronavac, que está mais próxima de liberar, todas estão na fase 3 e a decisão, segundo o próprio ministro [da Saúde Eduardo Pazuello], é que todas essas, uma vez validadas pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], vão ser ratificadas”, reforçou.

Ainda de acordo com Cabeto, o Estado empenhou esforços para se antecipar no seu plano de imunização. “O Governo do Ceará já tem seus planos prontos na questão da logística, de materiais, das seringas, EPIs. O Ceará faz sim um esforço grande e vamos aderir a campanha de imunização nacional”, disse.

Ainda durante a entrevista, Cabeto esclareceu que nenhum órgão de regulação internacional está mudando seu protocolos para facilitar a validação das vacinas. “Essas vacinas seguem protocolos tradicionais, rígidos, adequados, que dão segurança à população”, disse. (Via O Povo)


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