Michel Temer.

O valor do gás de cozinha terá reajuste de 12,9%, em média, a partir desta quarta-feira (11). As informações foram anunciadas pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp) da Petrobras. Segundo o economista Ailson Rezende, o orçamento de várias famílias e empresas – principalmente as que atuam diretamente com produção de alimentos – deve ser impactado.

“O aumento do gás de cozinha irá afetar pessoas de todas as rendas, principalmente as pessoas de baixa renda porque pra elas qualquer aumento é um impacto terrível. Segundo, vai afetar as pessoas que fazem refeição fora de casa, já que o preço da refeição vai aumentar também. Nós não temos aumento de salário, logo a nossa renda será diminuída. Todo mundo sofre com esse impacto”, afirmou Rezende.

De acordo com a Petrobras, o último reajuste ocorreu no dia 26 de setembro de 2017. A alteração atual não se aplica ao GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) destinado a uso industrial/comercial.

Ainda segundo a Petrobras, o percentual de reajuste reflete, principalmente, a variação das cotações do produto no mercado internacional.

“O ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a companhia estima que o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 5,1% ou cerca de R$ 3,09 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”, informou a Petrobras em nota.


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